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o O RANKING MINEIRO DE ESCALADA ESPORTIVA será realizado entre XX de janeiro de XXXX e XX de XXXXXXXXX de XXXX.
o O Ranking será dividido em quatro categorias: Master Masculino, Intermediário Masculino e Master Feminino e Intermediário Feminino, e constituído por campeonatos de dificuldade à vista e boulder.
o A pontuação será feita de acordo com o número de etapas a serem realizadas:
» No caso de cinco ou mais etapas, os dois piores resultados
serão descartados, até para desempate, sendo o pior resultado
em boulder e o pior resultado em dificuldade.
» Se ainda assim houver empate tomam-se as colocações
em cada etapa, vencendo o(a) atleta que tiver mais números de 1as colocações,
a seguir, segundas colocações, e assim por diante.
» Ainda com o empate, retoma-se o primeiro pior resultado descartado,
seja ele de boulder ou de dificuldade, e se ainda assim forem os resultados
idênticos, retoma-se o segundo resultado descartado.
» Persistindo o empate para a primeira colocação do ranking
Mineiro após a última etapa, será realizada uma Superfinal
imediatamente após o término da etapa. A via deverá ser
realizada pelos atletas em questão quantas vezes forem necessárias,
com dificuldade superior a cada nova prova realizada, até que um saia
vencedor.
» Se a última etapa for de Bouder, a Superfinal será em
uma via de boulder, se for de dificuldade a Superfinal será em uma
via de dificuldade.
o Ao final do Ranking, os três primeiros colocados da categoria Intermediário Masculino passarão a competir no Master Masculino no ano seguinte.
TABELA DE PONTUAÇÃO POR ETAPA MASCULINO
Lugar Pontos Lugar Pontos Lugar Pontos
1º 100 11º 31 21º 10
2º 80 12º 28 22º 9
3º 65 13º 26 23º 8
4º 55 14º 24 24º 7
5º 51 15º 22 25º 6
6º 47 16º 20 26º 5
7º 43 17º 18 27º 4
8º 40 18º 16 28º 3
9º 37 19º 14 29º 2
10º 34 20º 12 30º 1
obs. - a partir do 31° colocado: 1 ponto
TABELA DE PONTUAÇÃO POR ETAPA - FEMININO
1º 40 5º 7
2º 27 6º 5
3º 17 7º 3
4º 11 8º 2
obs. - a partir do 9° colocado: 1 ponto
1. REGRAS ESPECÍFICAS - BOULDER
1.1. INTRODUÇÃO
1.1.a. Toda a superfície do muro pode ser utilizada para a escalada,
exceto as extremidades laterais e superiores da parede, as chapeletas e os
conjuntos de proteção, e qualquer outra indicação
feita pelos route-setters. Essas informações serão completadas
no período de observação.
1.1.b. As competições de boulder consistem em uma série
de "problemas de boulder". Todos os problemas devem ser escalados
sem cordas.
1.1.c. Todos os problemas devem ser protegidos por colchões. É
responsabilidade do route-setter decidir o tamanho e posição
dos colchões. Se dois colchões diferentes são colocados
juntos, eles deverão ser cobertos para que se torne impossível
o escalador cair entre os dois.
1.1.d. É responsabilidade da Organização fornecer os
colchões solicitados pelo route setter ou pela comissão técnica
.
1.1.e. As competições de boulder do Ranking Mineiro consistirão
de uma rodada . Em alguns casos especiais a organização e o
presidente do juri podem decidir por duas fases, eliminatória e final.
O número de problemas pode ser reduzido a critério do Presidente
do Júri.
1.1.f. O número de problemas em uma fase deve ser no mínimo
4 e no máximo 8. No entanto, quando a competição consistir
de uma fase, então o número de problemas deve ser no mínimo
5.
1.1.g. Altura dos problemas: por razões de segurança, a queda
possível de um escalador não pode passar dos 3 metros até
o colchão, tomados da parte mais baixa do corpo. Pelas mesmas razões,
saltos para baixo não devem ser desenhados nas vias.
1.1.h. Cada problema deve ter a posição de início de
escalada designada. A critério do route-setter as agarras de início
podem ser marcadas com "direita" e "esquerda".
1.1.i. Um ponto bônus deve será dado por dominar uma agarra especificada
do problema. A posição desta agarra ficará a critério
do route-setter. Esta agarra deve ser marcada para ser diferenciada, bem como
a agarra final.
1.1.j. Caso necessário, uma marcação pode ser usada para
delimitar a área do problema.
1.2. ZONA DE ISOLAMENTO
1.2.a. Todos os competidores devem se registrar e adentrar a Zona de Isolamento
até o horário determinado pela organização. É
responsabilidade de cada escalador estar plenamente informado de todos os
detalhes concernentes da competição.
1.2.b. Não é permitido o uso de telefones celulares por competidores
ou seus acompanhantes dentro da Zona de Isolamento.
1.2.c. Somente as seguintes pessoas estão autorizadas a adentrar a
Zona de Isolamento:
1.2.c.i. Oficiais da Federação e da Organização;
1.2.c.ii. Competidores da etapa a ser disputada;
1.2.c.iii. Outras pessoas especialmente autorizadas pelo Presidente do Júri,
tais como treinadores, preparadores físicos ou acompanhantes dos atletas
ou repórteres.
1.2.c.iv. Uma vez que tenham saído da Zona de Isolamento os acompanhantes
dos competidores não poderão mais retornar até o final
da rodada.
1.2.d. Uma vez na Zona de Isolamento o competidor não deverá
sair até ser chamado para observar a via ou escalar.
1.3. COMPETIÇÃO
1.3.a. Em cada rodada os competidores devem tentar um número de problemas.
Após cada problema o escalador tem um período de descanso igual
ao determinado para tentativas.
1.3.b. Cada problema deve ter um tempo pré-designado para tentativas,
onde um competidor pode tentar escalar quantas vezes quiser.
1.3.c. O começo e o fim de cada período deve ser anunciado por
um sinal claro e alto. Ao sinal final os competidores que estiverem escalando
deverão interromper sua subida e voltar à Zona de Isolamento.
1.3.d. Os competidores poderão usar escovas para limpar as agarras
que possam ser alcançadas do chão.
1.3.e. Caso haja 5 ou menos atletas em uma categoria, a organização
pode decidir por realizar somente a fase final, ou mesmo por suprimir a categoria
da competição, alocando ou não os(as) respectivos(as)
atletas a outra categoria. Essa decisão fica a critério do juiz
principal em conjunto com a organização.
INCIDENTE TÉCNICO
1.3.f. São incidentes técnicos:
o Agarra girando ou quebrando.
o Partes do muro se quebrando.
o Qualquer incidente que obstrua a escalada do competidor que não seja
por sua própria falta.
1.3.g. Se o incidente técnico pode ser reparado antes do final do tempo
de tentativas do escalador, este terá a opção de continuar
suas tentativas. Se o escalador escolhe continuar, então o incidente
técnico é considerado terminado e não há mais
direito de apelação. Se o escalador decide não continuar
com a escalada, então ele voltará com suas tentativas após
o fim da rodada. Neste caso o Presidente do Júri decidirá quando
há um espaço de tempo livre para que a vítima do incidente
técnico continue suas tentativas. O escalador terá direito ao
tempo remanescente de escalada no momento em que ocorreu o incidente, sendo
um mínimo de dois minutos.
1.3.h. Se o incidente não pode ser reparado antes do final da tentativa,
ao sinal do fim da tentativa a rodada ficará parada para o escalador
vítima do incidente técnico, bem como para os escaladores nos
problemas anteriores. Para todos os outros escaladores a rodada continua.
Após o reparo, o escalador vítima do incidente terá direito
ao tempo remanescente de escalada no momento em que ocorreu o incidente, sendo
um mínimo de dois minutos. Após esse tempo, a competição
recomeça para todos os outros escaladores.
1.3.i. No caso de um incidente técnico, a primeira tentativa de escalada
após o incidente deve ser considerada continuação da
tentativa em que ocorreu o incidente.
1.3.j. Se uma agarra girar ou quebrar, ou parte da estrutura do muro de escalada
se danificar, o Júri e os route-setters deverão reparar a via
da melhor maneira possível. Se isso for impossível, a competição
poderá continuar ou não, sem direito de apelação.
1.4. CLASSIFICAÇÃO APÓS CADA FASE
1.4.a. QUOTA - A organização definirá uma quota (numero
de escaladores) de classificação para cada fase. Definirá
também o numero mínimo de escaladores para cada fase, dependendo
do número de participantes no campeonato.
1.4.b. Após cada fase da competição os atletas devem
ser classificados de acordo com os seguintes critérios:
o Número de problemas bem sucedidos (tops);
o Número de tops à vista;
o Número total de tentativas para completar os problemas (se completados);
o Número total de pontos bônus;
o Número total de tentativas para obter pontos bônus.
1.4.c. Superfinais: Se após se aplicar o procedimento retroativo ainda
houver empate no primeiro lugar, uma Superfinal deverá ser feita em
um problema.
2. REGRAS ESPECÍFICAS - DIFICULDADE
2.1. INTRODUÇÃO
2.1.a. Toda a superfície do muro pode ser utilizada para a escalada,
exceto as extremidades laterais e superiores da parede, as chapeletas e os
conjuntos de proteção, e qualquer outra indicação
feita pelos route-setters. Essas informações serão completadas
no período de observação.
2.1.b. Cada atleta poderá usar o material técnico e equipamento
que quiser: cadeirinha, sapatilha, magnésio, desde que considerados
apropriados pela organização.
2.1.c. O competidor escalará com uma corda simples fornecida pela organização.
2.1.d. Todas as escaladas serão guiadas, com segurança feita
a partir do solo.
2.1.e. Será obrigatório o uso do nó oito (azelha dupla)
para o encordamento do(a) atleta.
2.2. ZONA DE ISOLAMENTO
2.2.a. Todos os competidores devem se registrar e adentrar a Zona de Isolamento
até o horário determinado pela organização. É
responsabilidade de cada escalador estar plenamente informado de todos os
detalhes concernentes da competição.
2.2.b. Não é permitido o uso de telefones celulares por competidores
ou seus acompanhantes dentro da Zona de Isolamento.
2.2.c. Somente as seguintes pessoas estão autorizadas a adentrar a
Zona de Isolamento:
2.2.c.i. Oficiais da Federação e da Organização;
2.2.c.ii. Competidores da etapa a ser disputada;
2.2.c.iii. Outras pessoas especialmente autorizadas pelo Presidente do Júri,
tais como treinadores, preparadores físicos ou acompanhantes dos atletas
ou repórteres.
2.2.c.iv. Uma vez que tenham saído da Zona de Isolamento os acompanhantes
dos competidores não poderão mais retornar até o final
da rodada. Uma vez na Zona de Isolamento o competidor não deverá
sair até ser chamado para escalar.
2.2.d. Ao ser convocado para a escalada, o competidor deixará a Zona
de Isolamento e será levado a uma Zona de Trânsito, onde seu
equipamento será vistoriado. Ele deverá sair com a cadeirinha
da Zona de Isolamento, calçar a sapatilha e atar-se à corda
da competição com um nó oito, na Zona de Trânsito.
2.2.e. O competidor que não estiver pronto para escalar à chamada
do Júri estará sujeito à desclassificação.
2.2.f. Ao sair da Zona de Trânsito para escalar o competidor cruzará
uma demarcação, quando iniciará a contagem de 40 segundos,
ao fim da qual ele deverá obrigatoriamente iniciar sua escalada.
2.2.g. Ao término de sua tentativa, o competidor poderá juntar-se
ao público, mas não deverá retornar à Zona de
Trânsito e/ou à Zona de Isolamento, sob pena de desclassificação.
2.3. ZONA DE OBSERVAÇÃO
2.3.a. Aos competidores será dado o direito de observar as vias de
cada fase durante determinado tempo informado pela organização
antes da prova. Todos os atletas observarão cada via conjuntamente.
2.3.b. Os acompanhantes ou técnicos dos competidores não estão
permitidos a acompanhá-los durante o período de observação.
Enquanto estiverem dentro da Zona de Observação todos os competidores
devem atender às mesmas regras da Zona de Isolamento.
2.3.c. Eles podem usar binóculos e desenhar croquis das vias, porém
não devem usar aparelhos de gravação, vídeo ou
fotografia.
2.3.d. Na Superfinal o Júri pode decidir que não haverá
período de observação.
2.4. COMPETIÇÃO
2.4.a. As fases para todas as categorias serão: Semifinal e Final,
e Superfinal no caso de empate após a Final.
2.4.a.i. Em casos específicos, a fase Classificatória pode ser
suprimida ou poderão ser realizadas duas vias classificatórias,
que terão seus resultados somados para classificação
para a Semifinal.
2.4.b. QUOTA - Para a Final Masculina passarão 8 atletas e para a Final
Feminina 5 atletas, com um mínimo de 6 homens e 3 mulheres. Se é
só semifinal e final então não existe a quota METADE,
e é o mínimo que temos que estabelecer junto com a quota ideal
e não o máximo, pois se todos fizerem top, vão todos
pra final. Vide parágrafo de baixo sobre quota flutuante.
2.4.c. A qualificação para as fases seguintes será automática
para os competidores que completarem a via. Se o número de competidores
for inferior à quota pré-fixada pela organização,
este será completado com os próximos melhores colocados até
completar a quota.
Em caso de igualdade ao nível dessa quota, o número mais próximo
da quota será considerado. Em caso de igualdade para os dois lados
da quota, o número inferior será considerado desde que o número
de classificados não seja menor que o mínimo estabelecido pela
organização.
Se apenas um competidor acima da quota se encontrar empatado com outro abaixo
da quota, os dois serão classificados.
Caso a semifinal ou qualquer etapa eliminatória seja realizada em duas
vias diferentes de grau semelhante, os grupos de escaladores deve ser dividido
em dois.
Divide-se o grupo de acordo com os resultados atuais do ranking, intercalando-se
os competidores nas duas vias. Feita a divisão, a ordem de escalada
devera ser feita por sorteio. As duas vias devem ter mais ou menos o mesmo
numero de competidores.
Nesse caso, o quota para a final devera ser aumentada para 12, e no mínimo
8 (masculino), e 8 e no mínimo 6 (feminino), sendo q para cada via
deve ser considerado metade da quota.
As fases em duas categorias não serão consideradas para fins
de classificação retroativa.
2.4.d. Caso haja 5 ou menos atletas em uma categoria, a organização
pode decidir por realizar somente a fase final, ou mesmo por suprimir a categoria
da competição, alocando ou não os(as) respectivos(as)
atletas a outra categoria. Essa decisão fica a critério do juiz
principal em conjunto com a organização.
2.4.e. Na fase Final serão considerados os resultados da fase Semifinal
para desempate. No caso de empate na primeira colocação após
as Finais, será realizada uma Superfinal. Persistindo a igualdade,
os competidores empatados disputarão uma segunda Superfinal. Caso persista
o empate, os competidores serão considerados empatados.
2.4.f. A colocação geral será feita após a fase
Final (ou Superfinal, caso esta ocorra). Caso dois ou mais competidores estejam
empatados na mesma colocação, os resultados das fases anteriores
serão usados para desempate (classificação retroativa).
Persistindo o empate, assim será considerado o resultado (exceto para
a 1ª colocação). Obs. As fases em que os grupos são
divididos em duas vias de grau parecido não serão consideradas
para fins de classificação retroativa.
2.4.g. O tempo limite de escalada para cada via será determinado pelos
route-setters e comunicado aos atletas antes de cada fase.
2.4.h. A escalada será considerada completada se for feita de acordo
com as regras, o atleta dominar a última agarra e se a última
proteção for costurada de uma posição legítima,
ou seja, NÃO É PERMITIDO SEGURAR NA BORDA SUPERIOR DO MURO E/OU
NA ÚLTIMA PROTEÇÃO ANTES DE COSTURÁ-LA!!
2.4.i. Em caso de queda ou interrupção da escalada, a agarra
mais longe tocada/dominada/usada será considerada para pontuação.
2.4.j. Agarra dominada será melhor considerada que
a tocada, e a usada melhor considerada que a dominada.
2.4.k. O Júri utiliza um sistema de pontuação decimal,
onde cada agarra pode ter até 10 diferentes valores. Para tal são
considerados todos os movimentos executados por cada competidor. O Júri
pode inclusive, com ajuda dos route-setters, usar critérios subjetivos
para pontuar e diferenciar a atuação de cada competidor, ou
seja, a consideração das agarras fica por conta da interpretação
do Júri.
2.4.l. As costuras não contam para pontuação, porém
serão usadas como critério de desempate.
2.4.m. Os pontos desprovidos de agarras não serão considerados
para pontuação, a menos que expressamente definido e divulgado
aos competidores pelo route-setter.
2.4.n. O competidor poderá desescalar a qualquer momento, porém
não deverá retornar ao solo (ao retirar o segundo pé
do chão, a escalada será considerada iniciada e o competidor
não poderá mais tocar o solo).
2.4.o. Quando o competidor completar a fase, ou terminar a sua tentativa,
ele deverá ser baixado ao chão pelo segurador. O competidor
deverá imediatamente desencordar-se e deixar a área de competição.
2.5. INCIDENTE TÉCNICO
2.5.a. São incidentes técnicos:
* Erro do segurador (corda retesada que ajude ou prejudique a escalada - ver
item 2.5.2 logo abaixo).
* Agarra girando ou quebrando.
* Partes do muro se quebrando.
* Mosquetões de corda das proteções de ponta cabeça.
* Qualquer incidente que obstrua a escalada do competidor que não seja
por sua própria
falta.
2.5.b. O segurador deverá deixar sempre a corda frouxa. Qualquer tensão
poderá ser considerada como ajuda artificial ou prejudicial ao competidor
e declarado pelo Júri como incidente técnico.
2.5.c. Se o escalador quiser e ainda estiver em posição legitima,
após a ocorrência de um incidente técnico, poderá
continuar escalando, sem direito a posterior apelação. No entanto,
se quiser parar, deverá indicar a causa do incidente e, com a concordância
do juiz da via, poderá parar. Se estiver em posição não
legítima após o incidente, o Júri decidirá sobre
o caso.
2.5.d. Se parar, o competidor deverá respeitar um prazo de recuperação
de 5 minutos, após os quais escalará novamente entre o primeiro
e quinto escaladores seguintes. O competidor deverá, imediatamente
após retornar ao solo, informar o Júri sobre quando fará
sua nova tentativa. A recuperação se dará em uma segunda
Zona de Isolamento ou na Zona de Trânsito, a critério do Júri.
A melhor marca será considerada.
2.5.e. Se uma agarra girar ou quebrar, ou parte da estrutura do muro de escalada
se danificar, o Júri e os route-setters deverão reparar a via
da melhor maneira possível. Se isso for impossível, a competição
poderá continuar ou não, sem direito de apelação.
2.6. FALTAS
2.6.a. O competidor deve ser interrompido na via se ocorrer um ou mais dos
seguintes eventos:
* Queda.
* Exceder o tempo limite de escalada da via.
* Ultrapassar os limites da via.
* Usar apoios não permitidos.
* Não costurar as proteções na seqüência correta,
ou passar o corpo do mosquetão de corda de uma proteção,
sem ter realizado a costura.
* Retornar ao solo.
2.6.b. Nestes casos, será considerada a pontuação da
melhor posição legítima antes da falta.
2.7. DESCLASSIFICAÇÃO
2.7.a. O competidor será desclassificado se ocorrer um ou mais dos
seguintes eventos:
* Não chegar à Zona de Isolamento dentro do horário estipulado.
* Adquirir mais informações sobre as vias do que as permitidas.
* Observar as vias de fora da Zona de Observação.
* Não retornar à Zona de Isolamento após o período
de observação.
* Não estar devidamente equipado ao iniciar a escalada.
* Cortar ou deixar de usar a camiseta fornecida pela organização.
* Qualquer infração disciplinar.
2.8. RECLAMAÇÕES
2.8.a. Qualquer reclamação sobre uma decisão a respeito
da escalada deverá ser comunicada à mesa até 5 minutos
após a escalada, e dirigida ao Júri por escrito até 10
minutos após a fase.
2.8.b. Qualquer reclamação relativa à classificação
após cada fase e à pontuação deve ser dirigida
por escrito à mesa até 20 minutos após o anúncio
oficial das classificações.
2.8.c. As reclamações devem vir acompanhadas de um pagamento
de R$ 50,00, que será reembolsado somente no caso de procedência
das reclamações. As reclamações serão analisadas
tão rapidamente quanto as circunstâncias permitirem..
2.8.d. Quaisquer dúvidas serão dirimidas após petição
por escrito à FEMEMG.